domingo, 13 de novembro de 2011

A minha arte II




Eis a célebre Palanca Negra, Simbolo da minha terra . De facto eram imponentes correndo nas enormes savanas africanas. Esta tem um encanto especial para mim, pois foi-me oferecida por um grupo de Angolanos da companhia onde trabalhava que nos visitou em Lisboa.

sábado, 12 de novembro de 2011

A minha arte II





Instrumentos musicais de rara beleza. Sonoridades que nos transportam para locais onde a natureza se confunde com a toda a nossa existencia. A Marinba fou uma oferta da minha colega e amiga Lena Zilhão a quem muito agradeço e reconheço .

terça-feira, 25 de outubro de 2011

A minha arte II






Em continuidade á minha arte, aqui vai mais uma linda peça, se não me engano oriunda da Africa do Sul e pertença do meu Amigo Martinho. Fez o favor de me deixar partilhar convosco, esta e outras lindas peças que tem obtido nas suas viagens por terras de Africa. De facto é de grande beleza, executada em madeira extremamente resistente, e enfeitada a missanga o que lhe confere uma rara beleza.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

FELICIDADE

Há muito pouco tempo, tive oportunidade de fazer um cruzeiro maravilhoso no rio Nilo. O cruzeiro foi deslumbrante, mas para dizer a verdade o que mais me maravilhou foi a orquestra de bordo. Disseram-me depois que era uma orquestra muito dada a cruzeiros e com muita experiência.
Aconselho quem for fazer essa viagem, que esteja atento. Pode sempre calhar-lhe a tal orquestra.
Para todos os amigos, abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim.
GED

sexta-feira, 30 de setembro de 2011




Aqui estou de novo com as minhas peças de arte africana. Neste caso uma peça semi-estilizada, de uma mulher carregando a sua Quinda, onde transportavam os mais diversos produtos. Desconheço a origem mas aprecio o detalhe das missangas, artefatos muito usados pelas mulheres que lhes realçava a beleza tão natural em áfrica. Tem uma altura de 50 cm, esculpida em madeira de cor natural.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

A todos os meus amigos, a quem convido á leitura deste poema, e que façamos uma reflexão profunda e tiremos as devidas ilacções.
Não podemos deixar fugir o tempo sem o "usar" até ao limite.


"Um dia a maioria de nós irá separar-se.
Sentiremos saudades de todas as conversas atiradas fora,
das descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos,
dos tantos risos e momentos que partilhámos.

Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das
vésperas dos fins-de-semana, dos finais de ano, enfim...
do companheirismo vivido.

Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.

Hoje já não tenho tanta certeza disso.
Em breve cada um vai para seu lado, seja
pelo destino ou por algum
desentendimento, segue a sua vida.

Talvez continuemos a encontrar-nos, quem sabe... nas cartas
que trocaremos.
Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices...
Aí, os dias vão passar, meses... anos... até este contacto
se tornar cada vez mais raro.

Vamo-nos perder no tempo...

Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e
perguntarão:
Quem são aquelas pessoas?
Diremos... que eram nossos amigos e... isso vai doer tanto!

- Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons
anos da minha vida!
A saudade vai apertar bem dentro do peito.
Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente...

Quando o nosso grupo estiver incompleto...
reunir-nos-emos para um último adeus a um amigo.
E, entre lágrimas, abraçar-nos-emos.
Então, faremos promessas de nos encontrarmos mais vezes
daquele dia em diante.

Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a
sua vida isolada do passado.
E perder-nos-emos no tempo...

Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não
deixes que a vida
passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de
grandes tempestades...

Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem
morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem
todos os meus amigos!"

fernando pessoa

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

DIAS

Há dias em que o dia não é mais que um dia.
Outros há, em que apenas num, cabe toda uma vida.
Há dias em que do nascer e por do sol nunca o dia amanhece.
Outros há, em que tudo acontece.
Talvez seja, não sei se também a vós vos parece
Nada! Talvez euforia ou será só nostalgia?
Oh quanta ingenuidade
Não acreditar que virá o dia
Em que vou acreditar e até aceitar!
Que a vida nesta idade
Acreditem que é verdade
Se faz de felicidade
Alguma sabedoria
E a vossa amizade

A todos os meus amigos que um dia ainda o serão!